Critérios de Decisão (2026)
Canais e Constelações
Em 2026, um receptor multi-constelação (GPS, Glonass, Galileo e BeiDou) deixa de ser “diferencial” e passa a ser
requisito técnico: você ganha redundância de satélites, melhora a geometria (reduzindo o impacto de obstruções)
e tende a elevar a taxa de fixação.
Rádio Interno vs. NTRIP
O rádio interno de 2W pode ser suficiente quando o cenário permite linha de visada estável e a distância útil é pequena.
Já em loteamentos maiores, áreas urbanas densas ou locais com obstruções, normalmente você precisa de rádio externo
(para robustez do link) ou do NTRIP (IP/GSM) para acessar redes de correção.
Sensor IMU (Inercial)
Vale a pena investir em receptores que permitem medir com o bastão inclinado? Em cercas, cantos de prédios e
situações onde o operador não consegue manter o bastão perfeitamente vertical, a IMU reduz o “custo de posição”
e melhora a produtividade sem transformar cada esquina em retrabalho.
L1 vs. L1/L2/L5
A diferença em campo não é teórica: frequências adicionais (L2 e L5) ampliam a capacidade do receptor de lidar
com ambientes difíceis. Em obstrução e multipercurso, isso costuma refletir em maior consistência da fixação
e mais rapidez para atingir solução estável.
O Barato que Sai Caro: Por que comprar receptores sem suporte nacional ou homologação da ANATEL
pode travar o seu faturamento.